Em seu livro Whatever Became of Sin? [Que fim levou o pecado?], o psiquiatra Karl Menninger escreveu:
“Até mesmo a palavra — “pecado” — que parece ter sumido de entre nós, costumava ser orgulhosa. Era uma palavra forte, sinistra e séria […]. Mas a palavra saiu de cena. Quase desapareceu — a palavra, juntamente com o conceito. Por quê? Ninguém mais peca? Alguém ainda acredita em pecado?”
Para enfatizar suas observações, o Dr. Menninger afirmou que, no discurso presidencial americano do Dia Nacional da Oração, a última menção ao termo pecado foi do presidente Eisenhower em 1953 – e suas palavras vieram emprestadas de um chamado nacional à oração feito por Abraham Lincoln em 1863!
Portanto, como o dr. Menninger comentou, “oficialmente, como nação, deixamos de pecar’ há uns vinte anos [agora mais de cinquenta]”!
Peter Barnes escreveu em um artigo intitulado “What! Me? A Sinner?” [Como? Eu? Pecador?]:
“Na Inglaterra do Século XX, C. S. Lewis explicou: ‘A barreira que mais encontro é a falta quase total de algum senso de pecado em meus ouvintes’. Em 2001, D. A. Carson, estudioso do Novo Testamento, afirmou que o aspecto mais frustrante de pregar o evangelho em universidades é o fato de, no geral, os alunos não terem noção de pecado. ‘Eles sabem pecar muito bem, mas não conhecem a natureza do pecado'”.
Essas afirmações simplesmente confirmam o que parece óbvio a muitos observadores: a noção geral de pecado quase desapareceu da sociedade.
O conceito integral de pecado praticamente sumiu da sociedade em geral, e tem sido abrandado em muitas igrejas para não ferir a consciência moderna.
Na verdade, as palavras severas que a Bíblia usa em relação ao pecado foram banidas de nosso meio. As pessoas não adulteram mais; elas têm casos. Os executivos não roubam; eles cometem fraude.
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